Falando de amor

Todo mundo sempre escreve e fala de amor. Poetas, escritores,  compositores, autores, apaixonados, desiludidos.

 E quem não consegue escrever sobre ele com certeza busca ler, ouvir, entender, discutir…

 O amor que tem mil lados. Ele que às vezes é feliz,  às  vezes triste. Que é esquecido, deixado de lado por objetivos e realizações pessoais. Que também é deixado pra segundo plano ou procurado incansavelmente.

 O amor de família, o amor pelo próximo, pelos animais, pela arte, por uma causa, pelo dinheiro ou até o amor por uma única pessoa. Não importa o tipo de amor, ele sempre vai ser falado e muito. Eu mesma escrevo sempre sobre ele, sob uma perspectiva ou outra.

 Até o ódio é no fundo um tipo de amor, ou já foi um dia.

 Ninguém vive sem ele, até quem não quer constituir uma família ou entregar seu coração a um único alguém. Até esses não deixam de amar, seja a liberdade, ou a solidão.

 Nós, seres mortais, vamos amar pra sempre uma coisa ou outra, uma pessoa e outra.  Mas pra quem é amado pelos seus amigos, família e até por outro coração correspondido sabe: é muito melhor amar pessoas do que coisas. Porque quem ama pessoas, conhece o verdadeiro significado do amor e sabe o sentimento bom que isso traz na maioria do tempo. Já quem ama coisas – ah, que pena – esses não conhecem nada; a não ser o vazio de sua própria existência.

 

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